sexta-feira, 10 de abril de 2009

A PREVENÇÃO COMEÇA POR VOCE,ANTES DE PRESERVAR O VERDE,PRESERVE -SE.











Enquanto o preservativo feminino foi recentemente desenvolvido, o masculino (ou camisinha), tem registros que remontam desde o antigo Egito até as memórias do notório Casanova. A origem de "condon" (palavra em inglês para preservativo) provavelmente vem do vocábulo latino condus (receptáculo), que deriva do persa kondu, literalmente "vaso comprido de armazenamento, feito do intestino de um animal". O seu primeiro registro escrito aparece em 1564, quando Falópio recomendava o uso de um envoltório de linho sobre o pênis para impedir a disseminação de doenças.
Apesar de existir a muito tempo durante o qual o seu uso era como método contraceptivo - o preservativo assumiu seu papel preventivo recentemente, com a ameaça causada pelas DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e pelo HIV - sua utilização foi então estudada e recomendada pelas diversas agências e ministérios relacionados com a área de saúde pública. As suas propriedades profiláticas e contraceptivas - além da quase completa ausência de efeitos colaterais - foram comprovadas, e, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), quando usado de maneira correta, o preservativo fornece boa proteção anticoncepcional e reduz efetivamente os riscos de propagação das diversas DST, sendo o único meio mecânico de proteção contra a transmissão sexual do vírus da imunodeficiência humana (HIV).
O uso de preservativos pelos jovens aumentou, o que não significa que sejam utilizados em todas as relações sexuais; além disso, seu uso varia durante a trajetória afetivo-sexual. Estudou-se a prevalência e fatores associados ao uso de preservativo na iniciação sexual e na última relação sexual, para moças e rapazes de 18-24 anos. Os dados são da Pesquisa GRAVAD, um estudo transversal com amostra probabilística estratificada, através de entrevistas domiciliares, em três capitais brasileiras. Na análise, utilizou-se regressão logística multinomial seguindo modelo hierarquizado. A prevalência de uso de preservativo na iniciação, dentre os usuários de métodos contraceptivos, foi 80,7% pelas moças e 88,6% pelos rapazes. Este uso cai para 38,8% e 56%, respectivamente, na última relação. Nos dois eventos, o uso de preservativo esteve associado, para ambos os sexos, ao pertencimento social e à idade da iniciação. A utilização do preservativo na iniciação determina o uso na última relação (OR = 2,42 para os rapazes e 1,89 para as moças). O maior uso de preservativo entre os jovens não implica uso continuado. As moças utilizaram menos preservativo, comparadas aos rapazes, nos eventos estudados.

Interessante ressaltar,que com as campanhas e informações vinculadas na mídia,mesmo assim o uso dos preservativos, tem baixo uso, pois o hábito não fora ainda incorporado na cultura de todos os jovens, principalmente com mídias paralelas, esta do nosso bendinho,foi o cúmulo do absurdo,

Semana passada o Papa Bento XVI disse: [A AIDS/SIDA] não pode ser superada através da distribuição de preservativos, o que apenas agrava o problema".
O Papa tem uma forte influência moral sobre grande parte da população mais pobre do planeta. As suas palavras podem ter um impacto devastador sobre a saúde pública mundial a menos que a sociedade civil global reaja rapidamente, persuadindo o Vaticano a parar de condenar o uso de preservativos. Segundo especialistas, a distribuição de preservativos é ainda o método mais eficaz de controlar a disseminação desta terrível doença.

Para sua Santidade Papa Bento XVI: Apelamos para vossa imensa compaixão pedindo que considere os homens, mulheres e crianças - especialmente os pobres - que sofrerão com o alastramento do HIV e AIDS/SIDA. Pedimos que vossa Santidade exerça extremo cuidado nas declarações públicas e que se abstenha de desprezar programas de educação pública e de prevenção à AIDS/SIDA que salvam vidas incentivando o uso de preservativos.

A Polêmica continua,lendo e visitando vários bloggers e outros espaços,verifiquei que a criação do preservativo com a foto do papa,está indo mais longe,a realidade que o número oficial da AIDS no Brasil e no mundo ,nos deixa assustados,principalmente entre os adolescentes.

Apesar de vários avanços no tratamento de pacientes infectados e o início de testes para uma vacina de combate a doença, ainda estamos distante de uma solução definitiva. O surgimento de vírus resistentes às drogas utilizadas é uma nova preocupação. A prevenção através do sexo seguro ainda é a maior arma para não contrair a doença. A AIDS, assim como as outras doenças sexualmente transmissíveis (HPV, hepatites virais, sífilis) causaram mudanças no comportamento sexual da população, principalmente porque algumas são fatais e incuráveis. Você acha que estas mudanças:- Não ocorreram realmente e as pessoas continuam não tendo cuidado com a prevenção.- Vieram para ficar. A cada dia a população é mais consciente sobre a necessidade do sexo seguro.- Aconteceram. No entanto, tendem a ser esquecidas caso não ocorra campanhas permanentes.

Jayesh Junior ,especial para este blogger.

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